Principais Desafios das Empresas em Crise

  • Dívidas bancárias acumuladas
  • Processos trabalhistas impactando a gestão
  • Cobranças frequentes de fornecedores
  • Risco de bloqueios e penhoras
  • Necessidade urgente de reorganização financeira
  • Protestos cartorários
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Como a Recuperação Judicial Pode Contribuir

A recuperação judicial é um instrumento previsto em lei para viabilizar a continuidade de empresas em dificuldades financeiras. Micro, pequenas e médias empresas também têm direito a esse mecanismo de proteção.

Suspensão temporária de execuções e cobranças

Negociação coletiva de dívidas com respaldo jurídico

Reestruturação de pagamentos conforme fluxo de caixa

Proteção patrimonial
dos sócios

Continuidade do negócio e preservação de empregos

Por que escolher o Lourenço & Lourenço Advogados Associados

  • Atendimento técnico
  • Presença nacional
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  • Avaliação inicial
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  • Compromisso com segurança e continuidade
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Dúvidas frequentes sobre Recuperação Judicial

Para esclarecer dúvidas recorrentes sobre a recuperação judicial, reunimos respostas objetivas às principais questões que empresários costumam levantar ao considerar esse instrumento jurídico.

Não. A legislação brasileira prevê que micro e pequenas empresas também podem se beneficiar da recuperação judicial, desde que preencham os requisitos legais. Esse instrumento é voltado a qualquer empresa viável que precise de tempo e condições para se reorganizar.

Não. O empresário ou gestor permanece responsável pela administração da empresa durante a recuperação judicial. O que ocorre é a supervisão judicial do processo, com acompanhamento dos credores e do administrador judicial, garantindo transparência e equilíbrio.

Os custos variam conforme o porte da empresa e a complexidade do caso. Contudo, o processo costuma ser mais vantajoso do que enfrentar execuções isoladas ou a falência. Além disso, a lei prevê tratamento específico e simplificado para micro e pequenas empresas, o que torna a recuperação mais acessível.

A lei estabelece prazos definidos, como 180 dias de suspensão das execuções (o chamado “stay period”), prorrogáveis em algumas situações. A aprovação e execução do plano podem se estender por meses ou anos, dependendo da complexidade do caso e da negociação com os credores.

Solicite uma avaliação jurídica inicial e compreenda se a recuperação judicial pode ser aplicada ao seu caso.

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Este material tem caráter exclusivamente informativo e não implica promessa de resultado. O conteúdo segue os parâmetros éticos da OAB e destina-se à orientação geral.

Lourenço&Lourenço. 2026.